Em primeiro lugar gostaria de agradecer a Deus e a ILAS pelo apoio para implantação do protocolo de SEPSE no HSC, e sem dúvidas estendo este agradecimento a todos os envolvidos no processo de atendimento.
Demos um salto magní­fico com uso do protocolo, na mudança de cultura dos profissionais e a quebra de paradigma, antes somente um profissional era detentor do conhecimento para identificão do paciente com SEPSE, na verdade depois de se realizar um trabalho de treinamento e aprimoramento das equipes, percebidamente vemos que a carência dos critérios de saber o que é a doençaa, identificar e tratar era de todos.
Iniciamos com uma taxa de mortalidade em torno de 42%, e com apoio do SCIH e a ação de todos conseguimos depois de quase 2 anos de protocolo implementado atingimos taxa de até 1 digito. Ainda temos uma taxa de não adesão com espaço para melhoria. Tenho certeza que esses números revertidos em uma lógica que são vidas salvas, quebrarão as últimas barreiras que enfrentamos, para sermos vítimas do irreversí­vel e não do ego ou falta de boa vontade em salvar vidas humanas.
Participaremos da pesquisa de SEPSE no PS. Com certeza aprenderemos mais em prol do conhecimento para vencermos essa guerra contra SEPSE

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