Meu marido desenvolveu um quadro de Sepse em maio deste ano (2017). Ele começou a passar mal e pensando que pudesse ser um resfriado comum, se auto-medicou. Os sintomas foram aumentando e, ao procurar um pronto socorro, foi diagnosticado com dengue. Após 5 dias tratando apenas com paracetamol e dipirona, e outras duas vezes no mesmo pronto socorro (onde os médicos continuaram afirmando que seria dengue), resolvi levá-lo a outro hospital, pois o quadro se agravou muito.  Desta vez com o diagnóstico correto: pneumonia grave e sepse. Meu marido ficou internado durante 27 dias na UTI, onde por diversas vezes eu pensei que ele não sobreviveria. Tive muito medo pois tinha dois meses que eu havia terminado um tratamento de câncer de mama e estava muito fragilizada. Felizmente tivemos a sorte de encontrar uma equipe médica eficiente e preparada tanto para o diagnóstico da Sepse quanto a conduta médica e o protocolo correto.

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